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Uma avaliação ficou impossível de responder pelo celular

Campos e botões saíam da tela em dispositivos menores e impediam o envio das respostas.

DR

A avaliação funcionava no computador, mas em telas menores campos e botões escapavam da área visível e alguns alunos não conseguiam nem avançar, por isso não era justo tratar a dificuldade como falta de familiaridade com o celular.

Em vez de começar pela correção mais provável, registramos a atividade, o aluno, a tentativa, as datas, a regra de conclusão e o resultado exibido em cada tela, evitando recalcular notas ou reabrir avaliações antes de saber se o dado original ainda existia, se estava apenas oculto por uma configuração ou se uma tarefa de processamento permanecia pendente.

A partir dos horários e usuários reunidos, percorremos o caminho desde a resposta gravada até o livro de notas, os critérios de conclusão e a emissão do certificado, comparando banco, relatórios e visualização do usuário, além de repetir o cenário em uma cópia quando qualquer nova tentativa pudesse alterar a evidência que ainda precisávamos analisar.

O detalhe decisivo surgiu ao repetir o caminho completo sem pular nenhuma etapa, já que campos e botões saíam da tela em dispositivos menores e impediam o envio das respostas. explicava simultaneamente o que o aluno via e o que a administração encontrava, então aplicamos o ajuste no ponto correto, recalculamos somente o conjunto afetado e conferimos notas, conclusão e histórico antes de comunicar o encerramento.

Disponibilizamos um acesso alternativo para quem precisava concluir no prazo, registramos aparelhos e tamanhos de tela afetados e encaminhamos a correção responsiva, depois repetimos a avaliação inteira em diferentes larguras para confirmar que responder, revisar e enviar permaneciam possíveis sem ampliar ou girar a tela.

Foi assim que esse caso saiu da fila de chamados e passou a fazer parte dos bastidores da EAD Suporte.